sexta-feira, 4 de julho de 2008

O Surgimento da Terra

O SURGIMENTO DA TERRA

Inicialmente, há cerca de 17,8 bilhões de anos, a matéria inicial do universo estava concentrada em apenas ponto, quando ocorre a grande explosão denominada Big-Bang. A partir dessa explosão, a matéria primordial e incandescente passa a se propagar em todas as direções. Os cientistas chegaram a essa conclusão mediante a radiação de fundo captada em diversos satélites e / ou telescópios, onde os cálculos de velocidade e distância coincide com a idade da grande explosão.Em seguida, vão se formando numerosas Galaxas e Sistemas Solares, cuja distância, em anos luz , são numerosamente grandes.
Adotando-se o inicio de tudo, como o presente em que vivemos, no qual o tempo numericamente muito pequeno, os estudos astronômicos atribuem à Teoria Planatesimal, que acredita na concentração da matéria incandescente, onde a propagação, devido a interação com outras massas provocam movimento inicial, de forma espiralada, quando então muda para aglatinação da matéria de forma esférica, no qual se iniciam os primeiros momentos do nosso Planeta Terra. Dessa forma, surge numerosos Sistemas Planetários sobre forma de Galaxas, onde a interação das massas incandescentes sobre ação da força da gravidade que aumenta continuamente originando o proto= recém-formado, proto planetas e proto Sois, que proguidem continuamente até a formação de numerosos planetas sólidos e/ou gasosos.
As teorias mais plausíveis acreditam que no primeiro momento da formação da Terra, ela configurava-se como uma esfera de magma incandescente a temperaturas altíssimas e composição primitiva, ou seja, magmas ultra-máficos,cuja superfície era um oceano de magma, dessa forma, a Terra foi resfriando da seguinte maneira: o magma de mais alta temperatura formado por minerais, ferro, magnesianos, ou seja, silicatos de ferro e magnésio, afundaram para o centro da terra devido não somente à sua composição, que faz com que eles se cristalizem a temperaturas mais elevadas. Dessa forma, acredita-se que o princípio das bolas de bilhar provocou o afundamento dos elementos mais densos em direção ao centro da Terra.
Esses resfriamento dos minerais ferros magnesianos sofreram um continuo afundamento em direção ao centro da Terra que de forma progressiva causou a segregação da Terra como um todo onde as rochas mais densas afundam e as mais leves bóiam dessa forma a primeira esfera da Terra era composta de magma ultra mafico foi dando a origem das calotas esféricas concêntricas formadas por ligas de ferro e níquel a mais interna que corresponde o núcleo da Terra que por sua vez envolvido pelo manto inferior de composição mafíca e estado liquido e / ou pastoso que por sua vez envolvido pelo manto superior de composição mafica por fim na calota mais externa bóiam os continentes que são produto de segregação a fundamento e fracionamento [ produto da mudança na composição química dos minerais de silício e magnésio – para silício e alumínio.
Dessa forma a Terra se formou estratificada em calotas esféricas concêntricas tudo isso e comprovado pela tomografia sísmica devido ao percurso a das ondas sísmicas que ao atravessarem o interior da Terra, são sentida a grandes distâncias por sismógrafos que medem a magnitude das frentes de ondas sísmicas espalhadas em diversas estações.
O sismógrafo (figura 1 em anexo) consiste de uma caneta horizontal e fixa a uma coluna presa a terra. Essa caneta risca um cilindro disposto horizontalmente que gira a uma velocidade específica e assim mede a magnitude em escala logarítmica das frentes de ondas, se propagam e atravessam o interior da terra. A primeira frente de ondas denomina-se primus, que consiste de compressão e rarefações. A segunda denominada S (figura 2 – Frentes de Onda e Figura 3 em anexo) de secundos ou seja a segunda frente de ondas, constituem-se de elevações e afundamentos verticais e por fim as ondas leve e com movimentos superficiais, transversais e circulares. Na superfície dessa forma, estima-se o comportamento dos materiais, ao transmitirem as ondas sísmicas pelo interior da Terra. Sendo assunto da geotécnica, o estudo do início e evolução terrestre dos primordes é um adiano que se ocupa dos primeiros 800 milhões de anos na Terra, no qual se atribui um alto fluxo térmico, a temperaturas ultra-elevadas, quando então a 3,6 bilhões de anos, ocorrem os mais antigos registros de rochas terrestres. O tema a seguir é assunto da geocronologia, no qual, numerosos minerais preservam isótopos radioativos, cuja concentração decoi continuamente como uma vela acesa, dessa forma, pela concentração atual desses esótopos, pode se saber quando essas rochas foram geradas, destacam-se esótopos de meia vida longa, que pertence a minerais, que ao cristalizar do magma, começam a gerar decaimento radioativo, de forma contínua, como é o caso dos minerais zircão e monazita. Em diversas rochas felscas do arquiano, que data de um período mais antigo que 2,5 bilhões de anos, grande descoberta foi a ocorrência de certos meteoritos que caem na terra sobre a forma de pequenas rochas, compostas por ligas de ferro. Esses meteoritos, giram ao redor da Terra, sendo por vezes atraídos pelo campo gravitacional da Terra, foi datado em 4,5 bilhões de anos e é tido como a composição química primitiva da Terra, provenientes da aglotinação primordial da Terra. Acredita-se que esses meteoritos sejam o registro mais antigo da Terra.
Da evolução da Terra até os dias de hoje, vários estudiosos tem estudado a Terra de inúmeras formas. Hoje acredita-se em um único modelo. Foi sofrendo evolução contínua de 4,5 bilhões de anos(Idade da Pedra) – condritos até os dias de hoje, acredita-se que de 4,5 a 3,6 bilhões de anos a Terra era uma grande esfera de magma líquido, quando a 3,6 bilhões de anos, essa bola incandescente gerou os primeiros núcleos continentais, tornando a Terra extratificada em calotas concêntricas, no qual a tomografia sísmica (figuras 3 e 4 em anexo), comprova as calotas internas da Terra, onde as placas tec tônicas se movimentam um em direção a outra, no movimento denominado deriva de placas, onde essas placas encontram-se engostadas (arrebitadas), de forma semelhante a fuzelagem do avião, no qualk a placa se movimenta. As porções que compõem uma placa (costa continental e litosfera) que se movimenta sobre a Atmosfera (porção plástica e/ou líquida) sobre a forma de uma gigantesca correia transportadora, cujo movimento ocorre devido a energia radioativa, que provoca as correntes de convicção mantélicas, que, por sua vez, devido ao Planeta ter que manter seu volume constante, causa a abertura e fechamento de um oceano.

TECTÔNICA GLOBAL ( a Terra nos dias de hoje)

Todo processo tectônico, explicável por numerosos argumentos, dentre eles:
1- o geográfico- a costa leste do Brasil, que parece se encaixar na costa oeste da África;
2- paleogeográficos e paleoecológicos – costas iguais em continentes diferentes;
3- o Círculo de Fogo do Pacífico- numerosos vulcões situados nos limites de placas e também as mais profundas depressões do fundo oceânico, como é o caso das fossas marianas no pacífico ( 12 Km abaixo do nível do mar);
4- Princípio do Uniformitaresmo – fenômeno que ocorrem hoje, também ocorreram no passado ( o presente é a chave do passado):
5- Fósseis Preservados no registro sedimentar – permitem uma datação relativa dessas rochas sedimentares;
6- Batmetria (topografia do fundo oceânico) – associada as faixas de anomalias magnéticas, ora normal, ora reversa, que registram a inversão dos pólos, em faixas simétricas e eqüidistantes em relação a dorsal. Essas faixas marcam a direção e o sentido do campo magnético vigente, durante a cristalização do magma, ou seja, o pólo norte virou pólo sul e o pólo sul virou o pólo norte de tempos em tempos.

INTEGRAÇÃO DOS DADOS E O SURGIMENTO DA TEORIA
TECTÔNICA DE PLACAS

A integração de tudo que foi descrito anteriormente, pode ser integrado com base na figura 5 em anexo, no qual, uma placa tectônica é formada pelo conjunto litosfera mais crosta, movimenta-se sobre o manto, que por sua vez, é mais plástico e/ou líquido. O movimento das placas, impulsionado pelas correntes de convecção mantélicas, geradas a partir da energia dos rádios exólicos, pqra que a terra mantenha seu volume constante a nova crosta oceânica, continuamente gerada nos dorsais mesoceânicos, ou cristais são consumidos por debaixo dos continentes, até atingir a base da litosfera continental (condição necessária para que a Terra mantenha seu volume constante, sobre a forma de uma gigantesca correia transportadora). Figuras 6, 7 e 8 em anexo.
De forma integrada, todo esse sistema pode ser explicado pela atuação conjunta de dois ciclos inter-relacionados, o de 1ª ordem , que marca o momento em que todos os Continentes da Terra estiveram unidos. Um super Continente durante 200 milhões de anos que marcam uma glatinação até a separação e mais 200 milhões de anos para nova glatinação ( totasl do ciclo 400 milhões de anos). Dentro desse macro-ciclo opera um ciclo menor de segunda ordem, que marca a abertura e fechamento de um oceano, 200 milhões de anos (100 para abrir e 100 para fechar).
Quanto mais antigo o registro geológico, mais difícil a reconstrução. Porém, cada super Continente possuiu um super oceano. O super Continente mais recente denominava-se Pangéia formado há cerca de 3 bilhões de anos,que é igual a 300 milhões de anos e originou um super oceano denominado pantalaça. Pangeia por sua vez é formado por Gondwana e Laurasia de forma integrada surge aos limites de placas, típico de cada ambiente Geotectônico (figura 9 em anexo).
Destaca-se ainda a coluna do tempo geológico de forma descontinua com intervalos maiores de tempos para eras mais antigas e menores para eras mais recentes.

2 comentários:

bule-bule disse...

Muito bom! Deveras que tudo no início é flores. Pena que hoje em dia a Terra esta se transformando em terra literalmente. O que se dizem homem de hoje esta acabando com tudo. Mas particularmente penço Eu; vinhemos do pó, e para o mesmo voltaremos. Não sei se ainda algum dia existirá alguém para contar isso!
kalmax Nunes

BLOG DO Lucas disse...

Tudo isso é teoria. Mas, nenhuma delas explica o surgimento da terra e de seus habitantes (o homem, os animais, a natureza...), mas nenhuma delas explica tão bém quanto a teoria divina. Só a existência de DEUS pode explicar tão bém tudo isso que está no universo. É uma pena que os cientista não enveredem por essa linha de pesquisa. Deus é o criador do universo, da terra, do céu e do mar. E tudo que habita nesse universo evoluiu: a natureza, os animais, os povos. E continuará evoluindo sob a permissão divina. Quando os homens acreditarem seguramente nessa teoria, talvez aí já será tarde demais.